Nossa História

A Fundação (1916)

A Associação Musical 22 de Outubro foi fundada a partir da mobilização de músicos proeminentes da época, liderados pelo jovem Antonio Coelho. O movimento surgiu como uma resposta ao encerramento da Sociedade Musical Euterpe Comercial, reunindo músicos locais para dar vida a um novo projeto. Essa fundação contou com o apoio decisivo do renomado maestro cubano Francisco Lucas Duchesne, que se tornou o primeiro maestro da banda e um pilar fundamental de sua trajetória inicial.

Hoje, a Associação articula de forma concreta e documentada múltiplas dimensões das políticas públicas federais de cultura e desenvolvimento social. Atuamos como um elo entre o poder público e a sociedade, materializando diretrizes de inclusão e democratização cultural por meio de uma gestão transparente e focada em resultados sociais

O Nome: Homenagem a Patapio Silva

O nome da banda foi sugerido pelo Maestro Francisco Duchesne em homenagem ao nascimento de Patápio Silva, exímio flautista fidelense e seu ex-aluno, falecido aos 27 anos. Assim, a data de 22 de outubro, aniversário de Patápio, passou a nomear a associação, unindo o tributo ao músico à missão de formar novos talentos.

Trajetoria: Do Interior ao Radio Nacional

Em seu apogeu, a banda chegou a contar com 80 músicos e, entre as décadas de 1950 e 1960, alcançou projeção nacional ao se apresentar no programa Lira de Xopotó, transmitido do Rio de Janeiro. Seu repertório é diversificado, abrangendo desde dobrados, marchas e hinos até gêneros como samba, bolero, mambo, tango, MPB, sertanejo e rock.

Registros fotográficos das décadas de 1920 e 1930 já documentam a formação musical em espaços públicos de São Fidélis. Entre os anos 1950 e 1960, a banda alcançou projeção nacional ao se apresentar no programa Lira de Xopotó, transmitido do Rio de Janeiro. Nas décadas seguintes, de 1970 a 1990, o grupo consolidou sua presença em desfiles cívicos, retretas e eventos de integração regional.